A educação precisa de respostas por Thalles Kroth

December 4, 2018

A educação precisa de respostas frente ao seu desempenho nacional.

 

Na vertente infantil carece de pensamentos atualmente. Não só a tendência de crianças de ficar nas escolas, mas aprender nelas. Não há um programa específico para questões de desenvolvimento: criança bilíngue, projetos sociais como forma consciente cidadã, interesse nacionalista, etc. Nossa cultura é absorvida por estilos de países bem estruturados, e não fazemos uma educação com a nossa cara.

 

O ensino fundamental constituído por nove anos (um ano de alfabetização e oito séries) segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, possui muita qualidade, a falta de desenvolvimento para crianças que querem competir que deixa a desejar. Olha-se tão bem para questões mínimas, mas esquece-se da educação financeira, do ensino jurídico, a ideia de criança bilíngue, literatura separada da língua portuguesa para maior estímulo na leitura, etc.

 

O ensino está dentro da gente, como a boa leitura dos livros ecoam em nosso pensamento independente se é físico ou digital. Claro que uma criança bem nutrida é essencial, professores valorizados como em outros países, são muitas questões em aberto que precisam de boas políticas públicas e sensibilização por parte da população. O exemplo começa em casa. A educação parte do apoio da família.

 

O ensino médio compreendido em três anos possui altos índices de reprovação e abandono segundo matérias jornalísticas. Não há estímulos para jovens permanecerem nas escolas, ampliarem sonhos, vontades e caprichos. Precisa-se de desenvolvimento para ampliar o ensino técnico. Talvez se trouxer maiores profissionalizações, o mercado também podia contribuir com suas contratações e valorizações. Técnicos novos como: finanças, telecomunicações, fotografia, marcenaria ou alimentos enfrentam menos apoio frente as mais cultivadas e do terceiro setor.

 

O ensino superior decola. Muitas instituições são referências em suas amostras. Há uma desproporção aí. Precisamos manter o ensino de boa qualidade nas instituições superiores e até abordamos melhorias, mas não esquecermos que os adultos já foram crianças e os papeis não podem ser invertidos.

 

Com isso, pode-se analisar que a educação brasileira precisa de respostas e as encontra quando realiza parâmetros nacionais, auxiliada pela mídia e gráficos mundiais e na população independente de classes apoiará iniciativas reais para uma melhor qualidade de vida.

 

 

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Sobre o autor
Thales Kroth é Palestrante na ODAC, Colunista em sites e blogs e Voluntário na ONG Parceiros Voluntários; com formação em Técnico em Contabilidade e Graduando em Administração e em Gestão Financeira pela Unisinos; gaúcho e solteiro.  

 

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