Executivo, o profissional multidisciplinar por Thalles Kroth

October 5, 2018

 

Hoje, a energia necessária para estar presente na organização não se limita a pequenos pontos funcionais. A visão 360º precisa estar ativa para um melhor controle, desempenho e estratégia profissionais. Quem entende o recado introdutório fazendo a entrevista com coerência e competência, saberá o momento certo para falar em um momento tão decisivo calmo.

O executivo no passado precisava entender o ponto de equilíbrio da empresa e suas ações futuras. Seu olhar podia limitar-se às fronteiras corporativas para as fronteiras “de seus portões”. Os diretores podiam passar as informações prontas para o Presidente que ele iria passar o retorno com propostas.

Mais tangível e colaborativo, o diretor atual pode entender todo o processo da cadeia produtiva, processos gerenciais e até da concorrência. Isso fez com que a proposta também possa sair de quem dá a informação primeiro. Não há limites para quem tem criatividade, a inovação é necessária em todas as esferas. Isso é bom para quem produz e quem procura desenvolvimento. A empresa só tem a melhorar sua efetividade nos resultados.

Destacar-se entre os demais, antigamente, era um fator para promoção, assim como para ser conselheiro de administração precisa ter cabelos brancos. Atualmente, um profissional de 30 anos pode participar e desenvolver propostas para os mais experientes e não precisa se destacar em todo o conselho, e essa tendência começa a se tornar dinâmica em empresas familiares. Isso não se restringe, aliás, nesse modelo, é um passo para futuras promessas nos negócios por meio globalização.

O importante é fazer a diferença. Uma jogada, uma observação pode definir os rumos de alcançar o apoio de clientes e fornecedores. Quando a união e parcerias formam-se solidamente, a empresa dá um passo à frente na conquista de espaço no mercado. O profissional vai junto no destaque corporativo que pode se tornar uma amostra do executivo do terceiro milênio.

A pós-graduação não está mais limitada no conteúdo especifico, também é prática. Na verdade, o olhar dos profissionais por conta do mercado, está cada vez mais proporcional para o conteúdo com atendimento às várias áreas. Escolher um curso alternativo é a certeza de ver áreas importantes e influentes como marketing, gestão, pessoal, T.I. e produção. O que importa será a competência adquirida e o preparo para a atuação, obtenção de conhecimentos gerais sobre um tema, podendo ser útil em um jogo de negócios ou em uma recolocação no futuro.

A redação empresarial discorre sobre os tópicos que desempenham funções estratégicas para o sucesso, o funcionamento dos processos empresariais. Os analistas de mercado utilizam ferramentas de identificação, tópicos que agregam vantagens para as empresas. Seja uma ideia no produto, na satisfação de clientes, na teoria econômica, o executivo estará preparado para desempenhar e usar habilidades e competências mais fortes e dinâmicas a cada feedback de terceiros ou mesmo uma autoanálise.

Mesmo que os desafios se tornem diferentes e competitivos, fazer parte do concerto é a essência do músico, fazer uma venda, satisfazer e fidelizar o cliente é a essência do vendedor, qual será a essência do executivo? Transportar a inovação dos processos para os resultados.

E, com uma visão multidisciplinar, o executivo agrega mais conhecimento para atingir o topo. Tornar-se um CEO, um Vice-Presidente, um diretor não é tarefa fácil. Precisa-se de muita experiência, formação acadêmica, conhecimento de idiomas e de informática, formação internacional pode agregar valor ao perfil e ser um incentivo para uma rápida colocação ou um candidato competitivo em um processo seletivo.

A melhor dica de quem observa o mercado é a mesma que se efetua: análises e identificar conhecimentos a ser adquiridos. Nada de mais procurar cumprir os requisitos das oportunidades em aberto. Mas não esquecer que a diferença quem faz é só você.


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Sobre o autor
Thales Kroth é Palestrante na ODAC, Colunista em sites e blogs e Voluntário na ONG Parceiros Voluntários; com formação em Técnico em Contabilidade e Graduando em Administração e em Gestão Financeira pela Unisinos; 23 anos, gaúcho e solteiro.  

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